Estive lendo um artigo encaminhado por Juliana Pontes, via e-mail.Publicado na Revista do Ensino Ssuperior, a pesquisadora Evelise Maria Portilho, aponta como causas do desinteresse de estudantes do ensino superior o medo do novo, ou seja, gente nova com medo do novo! Contraditório, mas, possível. Nessa atual dinâmica de produção de conhecimento, onde tudo é muito rápido e temporário, os estudantes sentem-se desistimulados na busca pelo conhecimento, pois percebem que o que aprendem hoje, talvez não seja válido amanhã. Essa "solvência" dos saberes trás uma incerteza, uma insegurança que às vezes paraliza. Apesar de tudo, o medo é necessário, pois é uma reação normal de defesa.
Para o professor talvez os efeitos sejam ainda mais contundentes: perde-se o lugar do suposto saber, o professor é, agora, um eterno aprendente. É mais que necessário mudar a postura, é uma questão de sobrevivência!
O link abaixo trás um texto simples sobre mudança e sucesso.
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/nao-deixe-o-medo-do-novo-impedir-seu-sucesso/28745/
O post do video de Pierre Levy no Roda Viva, mostra a necessidade de uma nova postura na sociedade da informação. Isso, já em 2001!
Como a tecnologia pode auxiliar na adaptação do professor e do aluno ao "admirável mundo novo" da sociedade da informação e comunicação? Vamos pensar sobre isso!
Abraços à todos!
Didática na prática
Espaço de discussão e partilha de experiências didáticas entre professores da educação básica e do ensino superior
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Leitura e escrita: dois dramas contidianos do professor... de qualquer nível!
A leitura e a escrita são as matrizes da aprendizagem. A interação entre os aprendentes reforçam e ampliam as aprendizagens construidas. No Brasil, não sei se em outros lugares acontece o mesmo, enfrentamos no cotidiano escolar uma imensa dificuldade de leitura e, consequentemente, de escrita. Isso independe do nível de formação. Tanto alunos da escola básica quanto graduandos, e até mesmo pós graduandos, sofrem para realizar uma leitura competente, principalmente crítica, e, cosntruir textos autorais competentes, e embasados teoricamente. A competente Profa. Edilma Carvalho, da AESGA, sempre repete: escrever não é coisa fácil. É preciso treino e dedicação.
Nesse contexto, o que podemos fazer para desenvolver o hábito da leitura, melhorar a qualidade da mesma e auxiliar os nossos estudantes no desenvolvimento da competência leitura e da escrita? Será que a internet e as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) podem ser utilizadas beneficamente na construção dessas competências? Vamos conversar sobre isso!!!
O vídeo abaixo é uma contribuição muito divertida de minha amiga Glória Medeiros sobre a complexidade da nossa língua portuguesa! Fica muito divertido aprender assim!
Abraços à todos!
Nesse contexto, o que podemos fazer para desenvolver o hábito da leitura, melhorar a qualidade da mesma e auxiliar os nossos estudantes no desenvolvimento da competência leitura e da escrita? Será que a internet e as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) podem ser utilizadas beneficamente na construção dessas competências? Vamos conversar sobre isso!!!
O vídeo abaixo é uma contribuição muito divertida de minha amiga Glória Medeiros sobre a complexidade da nossa língua portuguesa! Fica muito divertido aprender assim!
Abraços à todos!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Para começo de conversa...
Dos muitos recursos disponíveis à prática docente, as ferramentas de web 2.0 apresentam-se como um promissor conjunto de possibilidades para o trabalho do professor, melhorando significativamente a qualidade das aprendizagens. Os nossos estudantes tem uma relação cotidiana com o mundo virtual, operando com simplicidade os aplicativos disponiveis na internet. Redes sociais, blogs, wikis, podcasts, plataformas AV, jogos e simulações são utilizados no dia-a-dia de crianças, jovens e adultos, mas, pouco se aplica às práticas pedagógicas nas escolas Brasileiras. É certo que temos excelentes iniciativas, porém ainda bastante restritas. O uso limitado das ferramentas de web 2.0 dá-se, não pela dificuldade no acesso às tecnologias, mas, sim pela defesagem na formação do professor para o uso de tais recursos.
Este espaço propõem uma prática colaborativa na formação continuada do professor, onde todos os participantes irão contribuir com suas experiências, formando uma rede de partilha de conhecimentos.
Este espaço propõem uma prática colaborativa na formação continuada do professor, onde todos os participantes irão contribuir com suas experiências, formando uma rede de partilha de conhecimentos.
Assinar:
Postagens (Atom)